Meu nome é Jerusah, tenho trinta e cinco anos e não tenho filhos, fiquei viúva há três anos e, desde então vol tei a morar com meus pais. Em se tratando de sexo sou bastante caliente e mesmo quando meu marido estava vivo nossa vida sexual nunca foi grande coisa. Embora pareça paradoxal me desinteressei por relacionamen tos com outros homens ou mesmo mulheres. Desde então adotei três passatempos prediletos. O primeiro é brincar de cadela. O segundo é relatar estas minhas brincadeiras, coisa que só faço quando estou menstruada, pois, nestes dias eu não transo com meu cachorro e só descrever minhas brincadeiras já me dá um tesão danado e ao fim de cada relato é uma siririca daquelas de voar penas. O terceiro é ver filmes porno gráficos, hardcore mesmo, não procuro historinhas melosas, já passei desta idade, e de lamúrias e tristezas o mundo já está cheio, meu negócio é ver tchaca-tchaca na butchaca sem meias palavras. Naquele dia eu estava sozinha em casa, meus pais haviam ido visitar um amigo doente numa cidade vizinha e dormiriam por lá, a empregada tinha pedido dispensa e já havia saído logo após o almoço. Fazia calor, tomei um bom banho frio coloquei calcinha, uma minissaia e um bustiê e fui para o meu quarto. De manhã já havia apanhado quatro filmes na video locadora e um já estava na ponta da agulha. Apertei o "play" e me ajeitei na cama recostada em duas almofadas. O filme era bom mesmo, com muito cacete pulsante, bucetas e cus escal dantes e muita, muita porra, tanto na tela como dentro da minha calcinha, escorrendo da minha racha. Fui conferir com dois dedos e não consegui mais retirá-los de lá, até acrescentei mais um, enquanto o indica dor e o médio mergulhavam na vagina, o polegar alisava meu clitóris. O orgasmo veio farto e copioso, de melar os dedos e as coxas, dormi logo em seguida acariciada por uma gostosa brisa que entrava pela janela. Acordei com o toque da campainha, eram os meninos da vizinha pedindo para pegar sua bola que havia caído em meu quintal, provavelmente na lavanderia. Ajeitei a saia e fui até lá olhei por todo lado e nada, não enxergava a tal bola. Então ajoelhei-me e agachei bastante, encostando os seios no piso para olhar por baixo do tanque. Naquela posição minha xoxota ficava totalmente exposta e até um pouquinho aberta. De repente senti um bafo estranho no meu traseiro, assustada virei-me para ver o que era, era rex o cão fila de um amigo de papai que havia viajado e nos pediu para que cuidássemos do bichinho. Que de bichinho não tinha nada, devia pesar por volta de uns sessenta quilos. Fora atraído pelo cheiro dos líquidos que escorreram da minha xana. Já havia visto alguns filmes de sexo com cachorro e tinha achado bastante excitante, mas faltava coragem e oportunidade. Voltando à cena, a verdade é que gostei muito daquele bafo na xoxota e por que não ? Eu esta va completamente sozinha, minha casa tem muros altos e eu estava com um tesão danado. Rex agora já lambia gostosamente minhas coxas de baixo para cima, limpando minha buceta e meu cuzinho, que lhe agradecia piscando como que a pedir que não parasse e me provocando gostosos arrepios pelo corpo todo. Não tive mais dúvidas, aquele seria o dia do meu début canino. Finalmente enxerguei a bola, peguei-a e levei aos meninos, já pensando em como faria para degustar meu no vo amante. Foi difícil ir até o portão com ele pulando sobre minhas ancas, não querendo me deixar fugir. Acho que ele também ficou tesudo com o meu cheiro. Tentei disfarçar com os meninos nos olhando, comentei que rex era muito brincalhão. Entreguei a bola e voltamos para a lavanderia. Rex parecia entender que agora estávamos enfim sós, parou sentado e eu me encostei numa mesa que estava ali, afastei as pernas, levantei a saia e, com as duas mãos abri minha buça, mostrando meu clitóris latejante e ansioso. Rex aproximou-se um pouco mais e sentou novamente, não me agüentei, enfiei dois dedos na xoxota, embebendo-os no meu mel e esfreguei no seu focinho. Ele esticou o pescoço e alcançou minha racha, meteu o focinho e eu afastei bastante as pernas, e le lambeu-me do cu até o clicli. Tive de me segurar, ainda não era hora de gozar. Sentei sobre a mesa, bem na beirada e coloquei os dois calcanhares ali também, de modo que minha racha fi cou total mente arreganhada para ele, com dois dedos eu a abria para ele lamber, a outra mão cuidava de mi nhas tetas. Estava muito bom. Mas eu queria mais, muito mais, queria ser montada, penetrada, entalada, enrabada, queria gozar por todos os buracos. Arreganhava a racha expondo o grêlo já duríssimo para sua língua esperta. Foi di fícil sair daquela posição, mas desci e pretendia me por de quatro, porém, antes de conseguir, ele saltou sobre mim ainda em pé com suas patas me abraçando na altura dos seios, estiquei meu traseiro para trás e comecei a sentir seu pênis me cutucando a bunda, levei a mão por baixo e alcancei seu cacete, apertei firme e ele em purrou forte suas ancas para a frente, enfiando o pau em minha mão. Arregacei se prepúcio até a base e forcei fazendo sair seu enorme nó, como era grosso. Cheguei a pensar em não me deixá-lo penetrar e comecei uma deliciosa punheta nele. Ele ficou muito doidão, ganindo e metendo alucinado, esporreando por toda a minha bunda, coxas e adjacên- cias, seu pau estava enorme. Fui agachando lentamente até ficar de quatro, ele veio mais para frente por cima de mim e, eu pude sentir o nó esfregando no meu cu e o cacete melando minhas costas espremido pela sua bar riga, levei a mão por baixo e puxei seu pinto, eu queria enxergá-lo. Agora ele esfregava o nó nos lábios da minha xoxota enquanto a cabeça alcançava meu umbigo, esguichando porra por toda a minha barriga e tetas. Voltei a punhetar seu pau. Forcei um pouco empurrando-o para trás e guiei o pênis para minha vagina. Com todo o esperma que havia por ali não foi difícil a penetração, mesmo assim senti um pouquinho de dor, pois o cacete era enorme, mas agüentei firme e ajudei rebolando e mamando o pau de meu macho com a bu ceta. Não conseguia parar de rebolar, fui aos céus, como nunca tinha ido. Meu esporrou fartamente, tanto que mi nha vagina não venceu o volume, os jatos batiam no fundo do útMeu nome é Jerusah, tenho trinta e cinco anos e não tenho filhos, fiquei viúva há três anos e, desde então vol tei a morar com meus pais. Em se tratando de sexo sou bastante caliente e mesmo quando meu marido estava vivo nossa vida sexual nunca foi grande coisa. Embora pareça paradoxal me desinteressei por relacionamen tos com outros homens ou mesmo mulheres. Desde então adotei três passatempos prediletos. O primeiro é brincar de cadela. O segundo é relatar estas minhas brincadeiras, coisa que só faço quando estou menstruada, pois, nestes dias eu não transo com meu cachorro e só descrever minhas brincadeiras já me dá um tesão danado e ao fim de cada relato é uma siririca daquelas de voar penas. O terceiro é ver filmes porno gráficos, hardcore mesmo, não procuro historinhas melosas, já passei desta idade, e de lamúrias e tristezas o mundo já está cheio, meu negócio é ver tchaca-tchaca na butchaca sem meias palavras. Naquele dia eu estava sozinha em casa, meus pais haviam ido visitar um amigo doente numa cidade vizinha e dormiriam por lá, a empregada tinha pedido dispensa e já havia saído logo após o almoço. Fazia calor, tomei um bom banho frio coloquei calcinha, uma minissaia e um bustiê e fui para o meu quarto. De manhã já havia apanhado quatro filmes na video locadora e um já estava na ponta da agulha. Apertei o "play" e me ajeitei na cama recostada em duas almofadas. O filme era bom mesmo, com muito cacete pulsante, bucetas e cus escal dantes e muita, muita porra, tanto na tela como dentro da minha calcinha, escorrendo da minha racha. Fui conferir com dois dedos e não consegui mais retirá-los de lá, até acrescentei mais um, enquanto o indica dor e o médio mergulhavam na vagina, o polegar alisava meu clitóris. O orgasmo veio farto e copioso, de melar os dedos e as coxas, dormi logo em seguida acariciada por uma gostosa brisa que entrava pela janela. Acordei com o toque da campainha, eram os meninos da vizinha pedindo para pegar sua bola que havia caído em meu quintal, provavelmente na lavanderia. Ajeitei a saia e fui até lá olhei por todo lado e nada, não enxergava a tal bola. Então ajoelhei-me e agachei bastante, encostando os seios no piso para olhar por baixo do tanque. Naquela posição minha xoxota ficava totalmente exposta e até um pouquinho aberta. De repente senti um bafo estranho no meu traseiro, assustada virei-me para ver o que era, era rex o cão fila de um amigo de papai que havia viajado e nos pediu para que cuidássemos do bichinho. Que de bichinho não tinha nada, devia pesar por volta de uns sessenta quilos. Fora atraído pelo cheiro dos líquidos que escorreram da minha xana. Já havia visto alguns filmes de sexo com cachorro e tinha achado bastante excitante, mas faltava coragem e oportunidade. Voltando à cena, a verdade é que gostei muito daquele bafo na xoxota e por que não ? Eu esta va completamente sozinha, minha casa tem muros altos e eu estava com um tesão danado. Rex agora já lambia gostosamente minhas coxas de baixo para cima, limpando minha buceta e meu cuzinho, que lhe agradecia piscando como que a pedir que não parasse e me provocando gostosos arrepios pelo corpo todo. Não tive mais dúvidas, aquele seria o dia do meu début canino. Finalmente enxerguei a bola, peguei-a e levei aos meninos, já pensando em como faria para degustar meu no vo amante. Foi difícil ir até o portão com ele pulando sobre minhas ancas, não querendo me deixar fugir. Acho que ele também ficou tesudo com o meu cheiro. Tentei disfarçar com os meninos nos olhando, comentei que rex era muito brincalhão. Entreguei a bola e voltamos para a lavanderia. Rex parecia entender que agora estávamos enfim sós, parou sentado e eu me encostei numa mesa que estava ali, afastei as pernas, levantei a saia e, com as duas mãos abri minha buça, mostrando meu clitóris latejante e ansioso. Rex aproximou-se um pouco mais e sentou novamente, não me agüentei, enfiei dois dedos na xoxota, embebendo-os no meu mel e esfreguei no seu focinho. Ele esticou o pescoço e alcançou minha racha, meteu o focinho e eu afastei bastante as pernas, e le lambeu-me do cu até o clicli. Tive de me segurar, ainda não era hora de gozar. Sentei sobre a mesa, bem na beirada e coloquei os dois calcanhares ali também, de modo que minha racha fi cou total mente arreganhada para ele, com dois dedos eu a abria para ele lamber, a outra mão cuidava de mi nhas tetas. Estava muito bom. Mas eu queria mais, muito mais, queria ser montada, penetrada, entalada, enrabada, queria gozar por todos os buracos. Arreganhava a racha expondo o grêlo já duríssimo para sua língua esperta. Foi di fícil sair daquela posição, mas desci e pretendia me por de quatro, porém, antes de conseguir, ele saltou sobre mim ainda em pé com suas patas me abraçando na altura dos seios, estiquei meu traseiro para trás e comecei a sentir seu pênis me cutucando a bunda, levei a mão por baixo e alcancei seu cacete, apertei firme e ele em purrou forte suas ancas para a frente, enfiando o pau em minha mão. Arregacei se prepúcio até a base e forcei fazendo sair seu enorme nó, como era grosso. Cheguei a pensar em não me deixá-lo penetrar e comecei uma deliciosa punheta nele. Ele ficou muito doidão, ganindo e metendo alucinado, esporreando por toda a minha bunda, coxas e adjacên- cias, seu pau estava enorme. Fui agachando lentamente até ficar de quatro, ele veio mais para frente por cima de mim e, eu pude sentir o nó esfregando no meu cu e o cacete melando minhas costas espremido pela sua bar riga, levei a mão por baixo e puxei seu pinto, eu queria enxergá-lo. Agora ele esfregava o nó nos lábios da minha xoxota enquanto a cabeça alcançava meu umbigo, esguichando porra por toda a minha barriga e tetas. Voltei a punhetar seu pau. Forcei um pouco empurrando-o para trás e guiei o pênis para minha vagina. Com todo o esperma que havia por ali não foi difícil a penetração, mesmo assim senti um pouquinho de dor, pois o cacete era enorme, mas agüentei firme e ajudei rebolando e mamando o pau de meu macho com a bu ceta. Não conseguia parar de rebolar, fui aos céus, como nunca tinha ido. Meu esporrou fartamente, tanto que mi nha vagina não venceu o volume, os jatos batiam no fundo do útero e voltavam para fora descendo pelas co xas, urrei, berrei e gozei como nunca. Ficamos não sei por quanto tempo engatados, que delícia ser cadela.... Finalmente seu nó desinchou um pouco e foi desarrolhando da minha buceta. Escorregou preguiçosamente para fora e quando saiu todo o pênis, da mi nha racha desceu uma verdadeira cascata de esperma. A buceta estava dilacerada, alargada, inchada, esgarça da e dolorida, mas feliz como nunca estivera. Nesse meio tempo, o amigo de papai voltou da viagem decidido a ir morar num apartamento e não tinha onde deixar o pobre bichinho, eu mais que depressa me ofereci para cuidar do “coitadinho”, garantindo assim a mi nha felicidade. Tivemos ainda freqüentes e tórridos encontros, que vou lhes contar sempre que estiver menstruada. jerusah ero e voltavam para fora descendo pelas co xas, urrei, berrei e gozei como nunca. Ficamos não sei por quanto tempo engatados, que delícia ser cadela.... Finalmente seu nó desinchou um pouco e foi desarrolhando da minha buceta. Escorregou preguiçosamente para fora e quando saiu todo o pênis, da mi nha racha desceu uma verdadeira cascata de esperma. A buceta estava dilacerada, alargada, inchada, esgarça da e dolorida, mas feliz como nunca estivera. Nesse meio tempo, o amigo de papai voltou da viagem decidido a ir morar num apartamento e não tinha onde deixar o pobre bichinho, eu mais que depressa me ofereci para cuidar do “coitadinho”, garantindo assim a mi nha felicidade. Tivemos ainda freqüentes e tórridos encontros, que vou lhes contar sempre que estiver menstruada. jerusah